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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

A impaciência com o Dunga, a Dilma e o PT está chegando ao fim



A seleção brasileira do técnico Dunga parece com a presidente Dilma e o PT. Vem acumulando derrotas nos últimos dias e batendo recordes no sentido contrário – como rabo de cavalo – crescendo para baixo. Hoje batemos mais um, perdemos pela primeira vez em doze anos em uma estreia de eliminatórias. E perdemos feio.

Os jogadores convocados por Dunga parecem que ainda não entenderam a dívida que têm com o torcedor brasileiro desde a derrota humilhante para a Alemanha ano passado. Não somos nem de longe a pátria de chuteiras. O verde e amarelo combina com a nação, mas nem o mais fiel torcedor encara isso como um estímulo a torcer pelo Brasil.

É como se disséssemos assim: esta seleção não me representa!

Aliás nem nesse quesito a presidente Dilma vem tendo sorte. As derrotas sucessivas do futebol brasileiro que já encantou o mundo com Pelé, Garrincha, Zico, Socrates e tantos outros, faz com que a revolta do povo com a corrupção do governo e no Congresso aumente a cada dia. 

A nação passou a entender que a vitória e a derrota são da seleção, e não da nação brasileira. Um ponto positivo do amadurecimento da democracia. 

De acordo com o professor Helal, a torcida prefere ver o time do coração vencedor que o Brasil campeão do mundo. Nem sempre foi assim: até a década de 1970, a favorita dos torcedores era a seleção nacional. 

Os jogadores, ao migrar para clubes milionários ao redor do mundo, contribuem para pulverizar também o sentimento de “amor à pátria”.

A impaciência com o Dunga, a Dilma e o PT está chegando ao fim.



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