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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Só pode ser recalque!



Ver petistas e seus “soldados das redes sociais” contra a implantação da Faculdade de Medicina em Cruzeiro do Sul, com o discurso preconceituoso de que a instituição que ministrará o curso é privada e que o acesso será apenas para filhos dos “bacanas”, mostra como o PT mudou seu discurso.


A fúria dos "vermelhos" é tão grande que esqueceram até do Financiamento estudantil (Fies) criado em 2010 no governo Dilma, que até o ano passado, permitiu o acesso a 2,5 milhões de estudantes, entre esses, 47% com renda de um salário mínimo, a maioria, matriculada em instituições privadas.

Ora, o sistema de educação superior está concentrado no setor privado, daí a importância de se criar mecanismos para que os estudantes acessem essas instituições. O ensino superior privado responde por 75% das matrículas de graduação no Brasil. Esse é um fator determinante para o crescimento econômico e social.

Dentre as 30 maiores economias do mundo, as que mais cresceram na década passada são também as que mais investiram em seu sistema universitário. Em Cruzeiro do Sul, terra onde nasceu Gladson Cameli, não pode ser diferente. A Faculdade vai aquecer a economia. Será responsável diretamente pela criação de novas oportunidades.

O que nos deixa tranquilo é que longe de toda essa fúria pelas redes sociais, o senador Gladson Cameli e o deputado federal Alan Rick receberam desde ontem (9), várias manifestações de apoio de centenas de famílias cruzeirenses e até do sul do Amazonas, que têm filhos estudando na Bolívia ou no Peru e que agora, poderão voltar a conviver e se graduar próximo de suas famílias e de sua cultura, sem passar pelos rotineiros constrangimentos vividos nos países citados, que fazem questão de ser descortês com o estudante brasileiro.

A mudança comportamental do discurso petista – a ponto de ignorar o acesso ao ensino superior – assusta as famílias cruzeirenses. Sim, por que na prática, já sabemos que os vermelhos preferem analfabetos, assim, fica mais fácil de manipular. Ainda bem que a tática lulista está afundando essa turma a cada dia.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Mara Rocha e Wesley Morais, vítimas do “chavismo” no Acre


A quinta-feira (31) que passou e enterrou o mês de agosto foi realmente para ser apagada da história, principalmente, para o jornalismo acreano.

Ora, todos sabemos o que ocorreu nos bastidores das demissões da jornalista e apresentadora Mara Rocha, e do jornalista e apresentador Wesley Morais: mais um capítulo amargo do fenômeno “maldito” que eu classifico como chavismo acreano.

É o tudo ou nada que marcará as eleições de 2018 e a campanha do atual prefeito Marcus Alexandre. Para o PT, vale tudo para ganhar a eleição, “até fazer o diabo”, como disse a presidente cassada, Dilma Rousseff.

Como já comentei aqui, estamos diante de ações ditadoras, da tentativa de transformar o Acre em um grande feudo, ou em uma Venezuela. Para essa turma, a livre expressão do pensamento é um perigo. 

A ordem é afastar qualquer ameaça, manipular pesquisas (lembram do último resultado da Vox Populi?), inventar factoides, defender milagres (Indústria de primeiro mundo) e prometer até o inferno fantasiado de paraíso (pavimentar todas as ruas, ramais do povo, 40 mil empregos).
Estão a cada dia assumindo a viva voz tanto de Chaves como as suas linhas de forças mais avançadas. 

As demissões confessam um agir sem ética, que nos faz entender, facilmente, quando esse governo é capaz de agir rapidamente, ou seja, quando precisa perseguir aquele que tem opinião diferente da sua.
E olha que eles – os chavistas acreanos – dizem que a oposição é que está desesperada!
Que será fácil ganhar o governo em 2018. Um discurso hábil animado pelas façanhas dos líderes históricos dessa grande organização que tenta se perpetuar no poder a qualquer custo, a qualquer preço, uma espécie de golpe suave, antecipação do pleito eleitoral.

Não é o diabo usar a propaganda oficial como campanha antecipada!
Não é o diabo mais de 50 mil acreanos, a maioria jovens, desempregados, vítimas do tráfico de drogas, do crime organizado, morrendo no comando das facções. Como eles dizem: são pontos fora da curva!

Ainda bem que, as mulheres foram as únicas que, depois do desastre, venceram o medo. Tais fatos nos remetem ao grande debate no Concílio de Jerusalém. E não é nenhuma comparação extremista, o medo imposto pelo regime chavista no Acre, além de ter várias causas e muitos rostos, se aproxima muito do que canta o Apocalipse:

“Estamos na era do medo irremediável ou nas vésperas de "novos céus e nova terra", (Ap. 21,1-5).

Para vencer é preciso não temer, mas invocar o amor criativo. Está na hora da sociedade do bem desse estado levantar sua voz em defesa da liberdade e do futuro de nossos filhos.


Sem recuar, sem cair e sem temer.
Viva Mara Rocha e Wesley Morais! Viva a liberdade de expressão!