Jornalismo é publicar aquilo que alguém não quer que se publique. Todo o resto é publicidade.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Pela Liberdade de Expressão

A nova edição do jornal francês "Charlie Hebdo" começou a ser vendida nesta quarta-feira (13). Conhecida como "edição dos sobreviventes", ela foi elaborada por colaboradores do semanário que sobreviveram ao ataque ao jornal na semana passada e que trabalharam na redação do "Libération".

Desde as primeiras horas do dia, os franceses formaram filas para comprar o exemplar da revista satírica. De acordo com o jornal "Le Figaro", em algumas bancas os exemplares se esgotaram em aproximadamente 10 minutos.



Gérard Biard, chefe de redação do semanário, disse que o Maomé apresentado na capa é "muito mais simpático que o empunhado pelos homens que dispararam". O cartunista Luzier, conhecido como Luz e autor das imagens da capa e da contracapa, disse que o Maomé apresentado "é, antes de tudo, um homem que chora".

"Eu escrevi 'tudo é perdoado' e chorei", disse à imprensa na sede temporária do jornal, localizada no diário "Libération".

Nenhum comentário: