quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Laranjeira carregada de laranjas boas

Hoje eu, Geane e Fernanda abusamos das férias. Era madrugada e ainda assistíamos filmes através da skay. O último deles, com Jim Carrey, os Pinguins do Papai. Coincidentemente a trama fala um pouco sobre preservação, meio ambiente, tudo que tenho pesquisado bastante nesses últimos dias.

A quarta-feira (11) foi fantástica! Junto com meu irmão Guido e sua esposa Nazaré, meus sobrinhos: Neuris, Lurdinha e Dinho, buscamos uma reflexão, conversamos bastante sobre família, lembramos daquilo que nosso pai nos ensinou incansavelmente: o respeito e o amor pelo próximo, sobretudo, com os nossos filhos, cordas do nosso coração.

Aos poucos estamos conseguindo reiniciar os trabalhos de reflexões que foram ensinados pelo velho Carioca. Foi um passo importante. Tenho chamado atenção das novas gerações para o dever de preservar essa escola chamada Família. Pactuamos mais encontros como esses. E devemos ampliá-los.

O objetivo é combater essa onda de deformação ao projeto que Deus colocou em prática no universo. Abrandar primeiro os nossos corações, fazer o dever de casa. Caminhar em busca de reflexão, entendimento, compreensão. Acho que encontrei um bom parceiro. Guido gosta de conversar sobre os hinos da Doutrina do Daime, sobre o Mestre Irineu, seu padrinho de batismo. Precisamos gastar mais energias falando do nosso passado.

Falamos muito sobre nossa mãezinha, dona Lourdes Carioca, que ainda batalha contra as sequelas de um AVC. Isso na verdade tem nos deixado muito tristes, mas ao mesmo tempo felizes pelas lições que ela continua nos dando, principalmente de companheirismo, fidelidade, obediência. Costumo dizer que a velhinha é uma pedra de ouro entre nós.

José Carlos se comprometeu de participar do próximo encontro. Vamos esperar. Como diz nossa comandante, se as flores quiserem perder o viço, elas devem ser aguadas.  Acho que esse é o verdadeiro exercício que a humanidade precisa, o de descobrir a importância de se plantar novas laranjeiras. O mundo aliás precisa de mais flores, de mais carinho, de perdão. De laranjas boas.

O filme foi um complemento. Recomendo.


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